javascript:; NATUREZA VIVA: 2013

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Reintrodução à Natureza da Ararinha-Azul Pode Ocorre Antes de 2017


A volta à natureza da ararinha-azul (Cyanopsitta spixii) pode ocorrer mais cedo do que se esperava. Três exemplares da espécie, mantidos em cativeiro na Espanha e Alemanha, serão repatriados para o Brasil no final do mês de fevereiro de 2013. Eles estão em quarentena e já passaram por todos os exames exigidos pelo Ministério da Agricultura. Em maio, será feita a repatriação de um novo grupo desses animais.

No dia 04/02/2013, o Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Aves Silvestres (Cemave), do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), coordenou a transferência de um casal de ararinhas – o macho Lampião, e a fêmea, Bonita – da Fundação Loro Parque, em Tenerife, na Espanha, para a sede da Association for the Conservation of Threatened Parrots (ACTP), na Alemanha. O objetivo de ações como essa, segundo a analista Camile Lugarini, que acompanhou os trabalhos, é aprimorar, ao máximo, o pareamento e melhorar os índices reprodutivos da população em em cativeiro.

As ararinhas foram trazidas da europa em um jato fretado especificamente para esse fim, o que garantiu o transporte separado de outros animais e com menos estresse. A viagem durou cerca de nove horas. Ao chegarem à ACTP, as aves foram colocadas diretamente na quarentena. “Elas não mostraram sinais de estresse, alimentaram-se durante o voo e passam bem”, informou Camile

Reintrodução à natureza
Com toda essa movimentação, o Cemave, que coordena o Plano de Ação Nacional (PAN) de Conservação da Ararinha-Azul, torce para que as aves se reproduzam logo e aumentem a população em cativeiro, criando condições para que a reintrodução à natureza seja feita antes mesmo de 2017, meta prevista inicialmete. “Essa possibilidade já vem sendo discutida nas reuniões do comitê gestor do PAN”, disse João Luiz, chefe do Cemave.

A ararinha-azul é considerada extinta na natureza desde 2000. Atualmente, há no mundo apenas 79 indivíduos, mantidos em programas de cativeiro. A maioria encontra-se em mantenedores no exterior e somente cinco compõem a população reprodutiva no Brasil. A história de uma ararinha domesticada, descoberta nos EUA em 2002, quando ela já era considerada extinta na natureza, inspirou o cineasta brasileiro Carlos Saldanha a fazer a animação “Rio”, sucesso de bilheteria no ano passado

Plano Nacional
PAN da Ararinha-Azul foi instituído pelo ICMBio em fevereiro do ano passado. Prevê uma série de medidas para aumentar a população manejada em cativeiro e recuperar e conservar o habitat de ocorrência histórica da espécie até 2017. Para isso, o projeto Ararinha na Natureza desenvolve ações nas comunidades do município de Curaçá, na Bahia.

O grande desafio do plano é manejar a população em cativeiro como uma população única, geneticamente viável e com crescimento considerável de, no mínimo, seis indivíduos ao ano. A espécie possui baixos índices reprodutivos. Os mantenedores que têm obtido melhores índices de nascimento são a Al Wabra Wildlife Preservation, no Qatar, e a ACTP, na Alemanha.

Site ICMBIO
http://www.icmbio.gov.br/portal/comunicacao/noticias/20-geral5/3671-reintroducao-a-natureza-da-ararinha-azul-pode-ocorrer-antes-de-2017.html

Você Sabia Que os Gatos Neutralizam as Energias Negativas e as Colocam em Movimento?



A primeira descoberta foi que os gatos dormem muito porque precisam repor as energias que perdem enquanto fazem a limpeza do ambiente. Isso não é uma novidade, porque já no antigo Egito eles eram e ainda são considerados animais sagrados, porque simbolizam exatamente isso: a limpeza, a higiene, tanto do ambiente como a deles mesmo.

Preste atenção onde seu bichano gosta de dormir, normalmente eles procuram locais onde existe alguma energia parada, essa energia não é necessariamente negativa, mas também não é boa tê-la sem utilidade. Assim, o gato é na verdade, uma espécie de filtro, enquanto dormem transformam a energia ou a colocam em movimento.

Gatos gostam de dormir em locais de vertente subterrânea de água, falhas geológicas, radiações telúricas. Comprovado pela Geobiologia e pela Radiestesia, estes locais afetam a saúde das pessoas, provocando doenças e depressão entre outras. Assim o gato pode ser uma forma de nos prevenir destes pontos. Repare se seu gato gosta de dormir na sua cama, por exemplo.

Outra lenda ligada aos gatos é o fato de possuírem sete vidas. Esta questão está associada ao seu campo vibratório perfeito, ou seja, o gato é o animal que mais neutraliza o negativo, se colocarmos numa escala, neutralizaria 100%, daí a questão das sete vidas.

O Gato também é o único animal que, como o ser humano, tem sete camadas da aura e mais do que isso, são duplas. Isso faz com que ele tenha oito sentidos, três a mais do que o normal, que são cinco. Isso é percebido pela sua independência e, podemos dizer sua terceira visão. Quem nunca prestou a atenção em um gato acompanhando o olhar para algo que não conseguimos ver? É comum os gatos perceberem outras presenças nos ambientes.

Além disso, é o único animal da Terra que emite um som vibratório, o “ronronar” quando está em harmonia. Neste momento ele está sintonizando seu campo com o da pessoa ou neutralizando seu próprio campo negativo, por isso é aconselhável pegar um gato no colo pelo menos uma vez ao dia.


Convívio Com Animais Favorece Sistema Imunológico e Reduz Estress



A convivência com animais de estimação pode contribuir não só para o bem-estar psicológico, mas também para a prevenção e tratamento de várias patologias. A conclusão tem como base a revisão de estudos nacionais e internacionais sobre o tema, realizado por pesquisadores do Departamento de Psicologia Experimental da Universidade de São Paulo (USP), liderado pelo professor César Ades. Os cientistas destacam, por exemplo, a melhora da imunidade de crianças e adultos, a redução dos níveis de estresse e da incidência de doenças comuns, como dor de cabeça ou resfriado. O objetivo do mapeamento, encomendado pela Comissão de Animais de Companhia (Comac), integrante do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan), era enfatizar informações relevantes e pouco conhecidas sobre os benefícios sociais, psicológicos e físicos na relação entre o homem e o animal.

De acordo com o levantamento, as vantagens independem da idade. Os pesquisadores da USP citam, por exemplo, um trabalho que identificou vários benefícios aos bebês que convivem com cães. Certas proteínas que desempenham um importante papel na regulação do sistema imunológico e das alergias aumentam significativamente em crianças de um ano quando expostas precocemente à presença de um cão. Segundo a pesquisadora Carine Savalli Redígolo, este trabalho mostra que o convívio possibilita aos bebês ficar menos suscetíveis às alergias e dermatites tópicas. “Também foi observada a redução de rinites alérgicas por volta dos 4 anos e dos 6 aos 7, devido à redução da imunoglubina E, um anticorpo que quando em altas concentrações sugere um processo alérgico”, afirma. De acordo com a pesquisa ainda há resistência de pessoas com filhos pequenos adquirirem um animal de estimação: 44% das residências que têm pelo menos um pet são de casais com filhos jovens ou adolescentes; este número cai para 16% quando se trata de famílias com crianças até 9 anos. Um gesto simples pode trazer importantes efeitos ao sistema imunológico de pessoas de qualquer idade. “Acariciar um cão pode elevar os níveis de imunoglobulina A, um anticorpo presente nas mucosas que evita a proliferação viral ou bacteriana, sendo importante na prevenção de várias patologias. Este resultado se deve, possivelmente, ao relaxamento que o contato com o animal proporciona”, explica Carine.
           
Outros estudos identificados pelos pesquisadores da USP também avaliaram as taxas de sobrevivência, no ano posterior a um infarto agudo do miocárdio, em donos de cães, gatos e outros animais de estimação e em pessoas que não possuíam bichos. Segundo os pesquisadores, depois de determinado período, verificou-se que a posse de um cão contribuiu significativamente para a sobrevivência dos pacientes, pelo menos no ano seguinte ao incidente. Já no controle de hipertensão arterial, os estudos também apontam benefícios. Profissionais que viviam em condições de estresse e faziam controle do problema com medicação foram divididos em dois grupos: os que tinham cachorro ou gato e os que não possuíam animais. A pesquisadora Maria Mascarenhas Brandão afirma que, seis meses depois do início do monitoramento, foi constatado que as taxas de pressão sanguínea diminuíram para ambos os grupos. Entretanto, nas situações geradoras de estresse a resposta foi melhor para os donos de cães. Além disso, este grupo aumentou significativamente suas taxas de acertos em contas matemáticas, em relação àqueles que não possuíam os animais.

Site Scientific American - Mente Cérebro
http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/convivio_com_animais_favorece_sistema_imunologico_e_reduz_estresse.html

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Our Story in 1 Minute

David Attenborough - What A Wonderful World (Legendado PT-BR)

Censo de Tigres de Bengala na Índia e no Nepal





Centenas de especialistas munidos de câmeras sofisticadas começaram nesta terça-feira a percorrer as florestas das planícies meridionais do Nepal para contar o número de tigres ameaçados que vagam por seus parques nacionais.

Esse censo animal é crucial para uma estratégia do governo local para duplicar o número de tigres reais de Bengala no Nepal até 2022. Atualmente, há 176 desses tigres contabilizados no país, mas eles estão ameaçados pela caça e pela perda de habitat.
O censo será feito em vários parques nacionais do sul do Nepal - reservas que se estendem até a vizinha Índia, que também fará um levantamento semelhante no seu lado da fronteira.
"A contagem simultânea ajudará a evitar que o mesmo tigre que cruza de um lado para o outro seja contado duas vezes", disse o ecologista Maheshwar Dhakal, do Departamento Nacional de Parques e da Vida Selvagem do Nepal.
Milhares de tigres andavam no passado pelas florestas de Bangladesh, Índia e Nepal, mas hoje restam apenas cerca de 3.000 deles, segundo especialistas. Um grande desafio para sua sobrevivência é o comércio ilegal de órgãos animais usados na medicina tradicional chinesa.

Site Terra: 
http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/nepal-inicia-censo-de-tigres-india-fara-o-mesmo,b377b1fb8cd9c310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html

Site R7:
http://noticias.r7.com/jornal-da-record-news/2013/02/06/india-e-nepal-fazem-censo-para-contar-populacao-dos-tigres-de-bengala/

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Majestosa Suçuarana



Felis concolor - Onça-parda, suçuarana, leão-da-montanha, puma são alguns dos diversos nomes dados para o felino mais adaptável da América. Seu território cobre todo o continente, da Argentina ao Canadá, das montanhas geladas dos Andes, às florestas úmidas da Amazônia. No Brasil, está presente em todos os estados e tem sido muito avistada em áreas urbanas devido ao desmatamento e destruição de seu habitat.

Solitária e de hábito noturno, a onça-parda é o segundo maior felino das Américas (menor apenas que a onça-pintada), podendo chegar de  86 a 1,95 m (podendo atingir quase 2 metros na América do Norte).Os machos adultos pesam de 53 a 72 kg, enquanto as fêmeas variam de 34 a 48 kg. Os espécimes de clima frio tendem a ser maiores. Apesar de seu tamanho, não é normalmente classificada entre os “grandes gatos”, já que não ruge e sim ronrona, como os gatos domésticos.

A pelagem varia do castanho-avermelhado ao cinza-azulado, com manchas mais claras na parte de baixo do corpo, incluindo as mandíbulas, queixo e pescoço. Os filhotes nascem pintados, com olhos azuis e anéis em suas caudas.

O tempo de gestação é de aproximadamente 95 dias, ao fim do qual nascem de dois a quatro filhotes. A maturidade sexual se dá entre dois e três anos. A expectativa de vida é calculada entre 9 a 13 anos no ambiente selvagem e até 20 anos no cativeiro.

Excelente caçadora, sua alimentação é bem diversificada alimentando-se de aves, pequenos e grandes mamíferos como veados, cutias, tatus, catetos, pacas, porco-espinho, gambás, coelhos, tamanduás e até morcegos e mesmo répteis. No Pantanal, por exemplo, pelo seu porte médio evitam presas maiores para evitar conflito com a onça-pintada.

Possuem as maiores patas traseiras na família dos felinos, o que permite grandes saltos e a capacidade de atingir grandes velocidades em curta duração. No Pantanal, por exemplo, peloseu porte médio evitam presas maiores para evitar conflito com a onça-pintada.

Encontra-se em risco de extinção, devido à caça, principalmente de fazendeiros, já que costuma atacar criações, e ao desmatamento. A subespécie puma-americano (Puma concolor couguar) está declarada como oficialmente extinta.

Site Notícias Animal -  http://www.noticiaanimal.com.br/bicho-do-dia.php?idbicho=8